segunda-feira, 29 de junho de 2015

Creepypastas #18-O Marionetista

Tudo começou quando eu comecei a reparar algumas mudanças em minha mãe.

Não, na verdade começou antes disso, talvez alguns anos. Talvez até mesmo antes que eu pudesse lembrar a diferença entre o certo e o errado, o fato é que foi a muito tempo atrás. Eu tinha apenas um irmão eu era o caçula. Nossa mãe era solteira, ela sempre foi desde que eu conseguia lembrar. Nosso pai nos abandonou quando minha mãe engravidou de mim. Nós amamos nossa mãe, nós realmente amávamos. Ela nos comprava roupas bonitas mesmo que ela não pudesse pagar, nunca faltava comida em nossa casa. Tudo era ótimo, minha mãe só tinha alguns problemas com a bebida.

Não era apenas um problema, este era o maior problema. Ela era sozinha, embora tentasse conhecer outras pessoas. Ele sempre ia bem no início, até que ela mudasse de ideia e dava um chute na bunda quando um cara dava em cima dela. Isso se repetiu muitas vezes.

Eu me sentia muito... sozinho. Meu irmão não era muito interessado em brincar comigo, vendo que ele tinha uns cinco anos mais velho e ele sempre pensou em mim como o irmão pequeno irritante. Mas tudo o que eu queria era companhia.

Nunca obtive sucesso em tentar fazer novos amigos na escola.Na verdade, tinha sempre pessoas querendo me bater, um em especial se chamava Ricardo, ele sempre zombava de mim, por isso não gostava muito de ir à escola. Passei cada momento sozinho. Minha mãe não se importava, claro. Ela estava muito ocupada tentando terminar seu trabalho para que ela pudesse passar as últimas horas em casa bebendo a noite inteira.

Mas eu acho que cada segundo de solidão trouxe algo para fora de mim. Comecei a ... imaginar. Imaginar muito. Fazer amigos imaginários foi um dos meus passatempos favoritos. Sim, um hobby. Fiz novos tantas vezes que era difícil manter-me, mesmo para mim.

Mas existia um em particular, que eu não me lembrava de tê-lo criado.

Ele não era como os outros. Este foi o único que me deu mais paz do que qualquer coisa. Ele brincava comigo, é claro, mas ele deu a volta a noite. Então nós conversávamos e brincávamos fazendo de super certeza que minha mãe não ouviria a minha alegre risada. Ele era um especialista em muitas coisas, mas ele era o melhor na arte de fazer marionetes. Todos os dias ele apareceria com uma marionete nova, qualquer boneco que eu pedia ele trazia pra mim no dia seguinte. Ele os controlava muito bem, essa era a sua habilidade.

Então comecei a chama-lo de O Marionetista.

Eu sempre consegui distinguir quem é imaginário ou não, mas com ele... Era difícil negar que ele era apenas um amigo imaginário. Porque eu sabia que ele era. Todas as noites, quando ele disse que eu tinha que dormir, ele ficava por mais uma hora só para assistir e se certificar de que eu estava realmente caindo no sono. Seus dourados,olhos brilhantes me observando de longe na escuridão. Eu olhei para ele. Seu rosto cinza estava me mantinha calmo enquanto ele sorria para mim. Adormeci todas as noites.

Mas eu não podia falar com ninguém sobre a criatura que me visita todas as noites.

Era... era estranho.

O tempo passou, nós crescemos e algumas coisas mudaram. A única coisa que parecia permanecer igual era o hábito de bebedeira da mãe. Meu irmão saiu de casa quando completou 18 anos, ele não aguentava mais  ela, por isso se mudou. Eu tinha apenas 12 anos na época e eu não podia sair de casa ainda, tinha que esperar ainda um longo tempo. Eu estava esperando pacientemente, era a única coisa que eu poderia fazer na minha... solidão.

Meu amigo imaginário nunca me deixou no entanto e ele começou a se tornar um problema. Ele continuou a me visitar a cada noite, me fazendo companhia. Eu comecei a ignorá-lo, eu era louco... tinha que ser. Aos 12 anos o negócio todo de amigo imaginário era ridículo. Eu tinha outras coisas para fazer de qualquer maneira. Lição de casa, jogar meu PlayStation 2. Contudo eu não estava satisfeito. Era apenas algo neutro. Eu não me sentia solitário, eu já estava assim há muito tempo. No entanto, lá estava ele... olhando para mim com o rosto escondido sob as sombras do meu quarto, olhos brilhantes me estudando. Mais um ano se passou.

Sem sucesso, ele continuou.

Eu finalmente me cansei de tudo. Escola estava sendo um infortúnio, Ricardo vivia me batendo e minha mãe ficou pior com a bebida. Mesmo ao ponto em que ela começou a automutilação . Ela se recusou a falar comigo, mesmo quando eu tentei. Eventualmente ela perdeu o emprego. Eu torci para que isso acontecesse para que ela percebesse que tinha problemas... Mas não, depois que minha não tinha coisas pra fazer ela ficava sentada a beber pra manter seus problemas a distância. Ela tornou-se mais irritante com o tempo, todo mundo percebeu isso. Todo mundo que era ... bem, apenas eu. Fiz tudo o que podia fazer para não ficar em casa - dormindo na casa da minha tia ou mesmo tentando entrar em contato com o meu irmão. Mas havia algumas noites que eu tinha que ficar em casa e era o inferno na terra.

Todos os dias ela me repreendia por nada. Era tão estúpido, coisas simples. Como esquecer de comprar leite no caminho para casa, esquecer de preparar o jantar... O que eu poderia fazer? Eu tinha 13 anos. Minha mãe não aceitava nada como desculpa. Ela não parava de...Uma noite, ela apenas perdeu.

Lembro-me claramente.

Era algo sobre os pratos. Eu tinha que limpa-los depois do jantar como sempre e desta vez eu acidentalmente deixei um prato cair. Ele caiu no chão e quebrou em pedaços minúsculos. Minha mãe naturalmente ficou furiosa comigo. Eu poderia entendê-la em algum momento, entendo por que ela estava chateada comigo... mas agora eu culpava por tudo o que aconteceu.

Mas desta vez ela não só gritou na minha cara por um minuto ou dois. Desta vez, ela agiu violentamente, jogando uma cadeira do outro lado da sala. Ela gritou comigo por não ser o filho perfeito, como ela perdeu tudo por causa de mim e do meu irmão... Tudo era culpa nossa. E então ... um tapa na cara.

Eu corri e me trancado no meu quarto.

E lá estava ele, esperando por mim. Era noite afinal. E pela primeira vez em quase dois anos, eu falei com ele. Ele era o único que eu poderia conversar. Mesmo que ele fosse imaginário, mesmo que eu estava basicamente falando sozinho. Eu não me importava . Eu precisava desesperadamente dele.

E pela primeira vez... Ele também falou comigo.

Ele estava mais calmo do que eu pensei que ele seria .

- Sua mãe ... ela é má.

Eu discordei. Ela não era má... Ou era? Ela arruinou a minha vida, ela me odiava, mas ainda assim eu balancei minha cabeça.
-Não chore - Ele falou comigo - Os meninos grandes não choram... Então, acalme-se, eu vou falar com a sua mãe. Agora vá dormir... Você vai precisar.

Fiz o que ele disse. Sem perguntas eu fui para a cama. Meu coração estava batendo e minha cabeça girando. Minha mãe nunca ia no meu quarto... Então não me preocupei dela vir querer me agredir durante a noite. Não demorou muito tempo para adormecer naquela noite. Na parte da manhã eu apenas queria voltar para a escola como se nada tivesse acontecido e encontrar minha mãe alcoólatra patética mesmo no dia seguinte.

Mas... isso não acontece.

Acordei novamente. Estava completamente escuro ao meu redor. Eu não acordei sozinho, ouvi algum tipo de ruído do lado de fora do meu quarto. Cautelosamente e inseguro, eu pisei em cima da minha cama e saiu para o corredor. Era um ruído de rachadura. Como se alguém estivesse pisando no gelo ou em vidro quebrado, mas era muito mais maçante do que isso. Minha curiosidade tomou conta e eu continuei até que eu encontrei a fonte da quebra e estalo. Vinha do quarto de minha mãe.

O que estava acontecendo ali? Minha mãe deveria estar dormindo a esta hora... Eu cheguei mais perto, o barulho parecia mais alto. Depois de um minuto ouvindo do lado de fora da sala, eu decidi ir para dentro. Eu empurrei a porta de madeira e tropecei de joelhos.
O que eu vi ... Ninguém deveria ver uma coisa dessas.

Minha mãe tinha sido atirada para o chão. Seu rosto estava sangrando e seu nariz parecia quebrado. Ela estava de joelhos, com os braços estendidos para trás em uma posição não natural, as mãos tremiam de dor. Parecia que ela estava gritando, mas apenas tossia. Ela me viu. E foi aí que eu me perdi.

Tentei gritar, mas eu não podia. Eu só me arrastei em direção ao lado da cama, agarrando a ela como se fosse a única coisa para me salvar naquele ponto. Braços de minha mãe estavam quebrando na frente do meu rosto, por algo que eu não podia ver ou ouvir. Eu só podia vê-la, minha mãe. Assustado por sua vida.

E então ele lentamente apareceu diante de mim. Suas mãos e rosto cinza emergindo das sombras. Seus olhos dourados estavam completamente focado nela e então eu pude ver o que ele estava fazendo. Com um pé nas costas, fiou dourados saiam de seus dedos e vincularam com as pernas e braços de minha mãe. Ele estava quebrando braços de minha mãe em dois.

Fazendo dela uma... Marionete.

Seus ossos não aguentaria muito tempo. Eles finalmente quebraram, tirando em uma trilha de sons horríveis. Tentei gritar novamente, mas tudo foi mais uma vez silenciado pelo meu próprio medo. Tentei acalmar, tentei acreditar que eu só estava imaginando tudo. Mas era real. Meu próprio amigo, amigo imaginário estava matando a minha mãe. E eu não fiz nada para detê-lo.

Ele não estava satisfeito, eu tentei gritar para ele, tentei pedir para ele parar. Mas ele não quis ouvir. Ele só continuou a ferir a minha mãe ainda mais. Ele contraia milímetros de musculos do seu dedo e a perna de minha mão se dobrava fazendo seu cancanhar atingir a propria nuca. Ele me obrigou a sentar-se lá, me fez ver como ele quebrou minha mãe. Ele me disse que estava se livrando do mal. Eu queria acreditar que ele... mas eu simplesmente não conseguia. Ele quebrou as pernas, costelas ... até mesmo os dedos. Ossos se contorcendo em todas as direções que parecem impossiveis para um ser humano. Eu gritava e gritava. Ninguém me ouvia. Seus olhos dourados se viravam para olhar para mim quando ele me calou por um tempo final.

Então, ele a estrangulou. Lindas cordas de ouro brilhantes de morte enrolado em seu pescoço , apertando o último vislumbre da vida. Eu podia ver nos olhos de minha mãe. E foi a última coisa que eu conseguia me lembrar antes de tudo ficar escuro, eu desmaiei no chão ao lado da cama.

Nossos vizinhos ouviram meus gritos e chamaram a polícia. Todo mundo ficou com pena do órfão que tinha visto sua mãe morrer na frente de seus olhos. Mas de acordo com eles, a minha mãe não tinha sido assassinada. Ela havia sido encontrado no meio da sala, com uma corda em volta do pescoço. A corda não tinha sido capaz de levar seu corpo depois de um tempo e tinha estourado em dois, fazendo com que o corpo de minha mãe a caisse no chão e quebrasse alguns ossos.

Eu nunca falei sobre a morte dela nunca mais, nem eu disse outra palavra sobre o meu amigo imaginário. Talvez tudo tivesse sido sonho horrível.
Mesmo no enterro da minha mãe, eu estava completamente sozinho. Meu irmão não apareceu. Só a minha tia e meu tio estava lá. E eu passei horas esperando por ele, para vir e me pegar. O único que tinha me escutado todo esse tempo. Me deu segurança Me confortou quando eu mais precisava.

 quando eu estava sozinho diante de seu caixão, de repente senti alguém pegar minha mão.

E eu sorri. Sua mão cinza no meu ombro.

- Você conhece mais alguém mau?

Então, eu me lembrei de Ricardo.

Creepypastas Clássicas + Episódios Perdidos-O SUICÍDIO DO LULA MOLUSCO

Cacete,só hoje fui lembrar que nunca postei sobre essa creepypasta que é sempre tão falada
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Quero começar dizendo que, se você espera uma resposta no fim, ficará desapontado. Não há.
Squidward Suicide.180px.jpgEu trabalhava de estagiário nos Estúdios Nickelodeon há mais ou menos 1 ano, para minha formação em Animação. Não era paga, é claro, mas a maioria dos internos também não eram: isso serviu de impulsão para minha carreira. Para os adultos, pode não significar muita coisa, mas a maioria das crianças se matariam por um emprego assim, mesmo que não remunerado. Desde que eu comecei a trabalhar diretamente com os editores e animadores, eu recebia um "prévia" dos novos episódios, alguns dias antes de eles irem ao ar.
A nova temporada estava demorando demais por razões que ninguém conseguia explicar. Havia um problema com o lançamento da quarta temporada, o que deixou a maioria da equipe longe por vários meses.
Dois outros estagiários e eu fomos levados à sala de edição junto com os animadores e editores de som para algumas edições finais. Recebemos a cópia do que supostamente seria "Fear of a Krabby Patty (Medo de um Hambúrguer de Siri)", e fomos conduzidos à tela para assistir. Por vezes, os animadores colocavam uma fita de título subersivo (era uma piada interna), por exemplo, "How Sex Doesn’t Work" em vez de "Rock-a-by-Bivalve", o episódio em que o Bob e o Patrick adotam um filhote de ostra. Não havia nada particularmente divertido, exceto por algumas piadas relacionadas ao trabalho. Até que vimos uma fita com o nome "Squidward's Suicide", não fizemos nada além de uma risada doentia. Um dos internos até deu uma gargalhada. A música alegre de abertura tocava normalmente.
A história começa com Lula Molusco praticando com sua clarineta, tocando algumas notas ruins e azedas, como é de costume. Ouvimos o Bob Esponja rir de longe, e o Lula parou. Ele gritou com Bob e disse que teria um concerto aquela noite: precisava praticar. Bob obedece e vai até a casa da Sandy com o Patrick. As bolhas de uma cena para outra aparecem e vemos o fim do concerto do Lula Molusco. Aí que as coisas começam a ficar bizarras. Enquanto tocava, alguns frames começavam a se repetir sozinhos, mas o som não saía (nesse ponto, o som era para começar junto com a animação, então sim, não era algo normal). Quando ele parou, o som continuou normalmente como se aquela repetição nunca houvesse ocorrido. Houve um pequeno murmúrio na platéia, antes de todos começarem a vaiá-lo. Mas não era um "buu" comum de desenhos infantis, poderia facilmente ouvir-se malícia nisso. O Lula estava na tela toda e seu estado estava visivelmente assustado. Há um "close" na platéia, onde observamos Bob Esponja em seu centro. Ele também estava vaiando, o que não é muito comum. Isso não é, de longe, a coisa mais estranha. O mais esquisito, é que todos tinham olhos hiper realistas. Eram muito, muito detalhados. Não eram recortes de olhos de pessoas normais, mas algo bem mais realista que Animação em CGI. As pupilas estavam marcadas. Alguns de nós nos entreolhamos, obviamente confusos, mas como não éramos os escritores, não questionamos nada... ainda.
A cena vai para Lula Molusco sentado na ponta da cama, parecendo muito desapontado e desesperançoso. A imagem na sua janela mostrava que era noite, então não fazia muito tempo que o concerto havia terminado. Nesse momento não tinha som. LITERALMENTE, não tinha som. Não ouvíamos nada, além de poucos sussurros na sala. Era como se os falantes estivessem desligados, embora o mostrador mostrasse que eles funcionavam perfeitamente. Ele estava simplesmente sentado lá, piscando, em silêncio a quase 30 segundos, até que começou a soluçar baixinho. Ele pôs seus tentáculos sob os olhos e chorou por volta de 1 minuto, o som de fundo lentamente crescia, era algo que mal se podia ouvir, como uma brisa na floresta (só que bem mais "creepy" que isso).
A tela lentamente deu um zoom em seu rosto. Mas LENTAMENTE eu quero dizer, você apenas notava o zoom 10 segundos depois de ele ter começado. Seu soluço ficou maior e cheio de dor, agonia e raiva. A tela começou a se contrair por alguns segundos e depois voltava ao normal, como se estivesse viva. O som "além-das-árvores" ficava vagarosamente mais intenso e severo, como se uma tempestade estivesse vindo de lugar nenhum. O mais assustador de tudo era o soluço do Lula, parecia real demais, como se não viesse dos alto-falantes, mas de algum ponto de dentro, ou mesmo de fora da sala. A qualidade do som era tão surpreendente, que não precisaria de bons equipamentos para ouvirmos tão bem.
Abaixo do som do vento e do soluço fantasmagórico, algo soava como se estivesse rindo. Isso vinha em esquisitos intervalos e nunca duravam mais de um segundo, você tinha que se concentrar bastante para ouví-lo. Depois de 30 segundos disso, a tela embaçou e começou a contrair violentamente ao passo que flashes saíam da tela - era como se uns poucos frames estivessem corrompidos. O líder editor parou e rebobinou frame a frame, o que vimos foi HORRÍVEL. Era a foto de uma criança morta que não deveria ter mais de 6 anos. Seu rosto estava em carne-viva havia sangue por todo lado, seu olho esquerdo estava fora das órbitas, pendendo sobre o rosto ao avesso. Ele estava nú a não ser por uma roupa de baixo, seu abdomem aberto, com os órgãos à mostra. O lugar era alguma rota pavimentada (provavelmente sofreu um atropelamento). O mais entristecedor era a sombra do fotógrafo, claramente vista por todos. Não havia marcas de pneus, nem nenhuma outra evidência, era quase como se o fotógrafo fosse o responsável pela morte da criança;
Estávamos, claro, abismados, mas continuamos assistindo, rezando para que fosse mais uma piada doentia. A tela voltou ao Lula, ainda soluçando. Um soluço mais poderoso que o anterior, mostrando apenas metade do seu corpo, as mãos no rosto e sangue saindo de seus olhos. O sangue era outra coisa hiper-realista, parecia que você poderia tocá-lo com os dedos. O que soava agora, era como uma tempestade na floresta. Havia até o som de alguns galhos quebrando. A risada, profundamente subversiva, vinha e ia com mais frequência. Depois de quase 20 segundos, a tela novamente embaçou e se mexeu violentamente. O editor estava hesitante em voltar a fita, assim como nós, mas todos sabíamos que ele tinha que fazê-lo. A foto desta vez era de uma garotinha um pouco mais velha que o menino anterior. Ela estava deitada, com uma poça de sangue próxima a ela. Seu olho esquerdo também havia sacado e ela estava nua, a não ser novamente pela roupa de baixo. O corpo estava na estrada e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar ao primeiro. Todos estavam quase catatônicos, um vomitou e a única mulher na sala correu.
O show foi retomado. 5 segundos depois que a segundo foto foi mostrada, todo o som parou, da mesma forma que aconteceu quando a cena começou. Ele tirou os tentáculos dos olhos, os quais eram hiper realistas como os dos outros no início do episódio. Eles estavam sangrando e pulsando. Lula encarava a tela como se estivesse observando o telespectador. Depois de 10 segundos, ele começou a soluçar e cobrir os olhos novamente. O som voltou, agora mais assustador do que nunca: seu soluço estava misturado com gritos insanos. Lágrimas e sangue estavam caindo de seus olhos muito mais que antes. O vento voltou e então, o som de uma risada profunda. A próxima sequência de contrações começaram, e editor estava pronto para pará-la antes de terminar, ele rebobinou. Desta vez, a foto era de um garoto, na mesma faixa etária que os anteriores, mas a cena era diferente: suas entranhas estavam sendo puxadas por uma mão enorme e seu olho direito pendendo sobre o rosto coberto em sangue. O animador prosseguiu. É difícil de acreditar, mas as próximas cenas eram mais chocantes e intensas que as anteriores, eu nem posso descrevê-las. Fomos seguindo e seguindo, assistindo quase sempre a mesma coisa. Chegou a um ponto em que eu perdi o controle e vomitei. Os outros estavam tossindo e com lágrimas nos olhos. Então chegamos um ponto crucial: alguns frames eram diferentes dos outros, exatamente 5. Cada frame era uma sequencia da foto anterior. Vimos lentamente a mão chegar perto dos olhos e então arrancá-los. O editor ordenou que aquilo parasse e mandou que chamássemos o criador, pessoalmente, para ver aquilo. o Senhor Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava muito confuso do porquê o chamaram ali, então o editor continuou o episódio.
Depois que os 5 frames foram mostrados, todos os gritos e todo o som novamente parou. Lula estava encarando o espectador, seu rosto inteiro na tela, por quase 3 segundos. Rapidamente tudo ficou escuro e uma voz profundamente insana disse "DO IT". A próxima coisa que vimos foi uma arma (shotgun) nas mãos do Lula Molusco. Imediatamente colocou o cano na boca e puxou o gatilho. Sangue hiper-realista e restos de massa encefálica chocaram-se com a parede, Lula foi jogado para trás com força. Os últimos 5 segundos mostraram o personagem desfigurado deitado na cama, com um dos olhos pendendo, olhando fixamente para a tela. O episódio acabou.
O Senhor Hillenburg estava, obviamente, zangado com isso. Ele ordenou que todos explicássemos o que diabos estava acontecendo. A maioria das pessoas já havia deixado a sala, nesse momento, então tivemos que apenas assistir tudo de novo. Só de pensar em assistir tudo novamente, me causou náuseas e pesadelos. Desculpem, eu saí.
A única teoria que podíamos pensar era que alguém invadiu o estúdio e editou o arquivo. A polícia foi chamada para analisar o que estava acontecendo. A análise mostrou que aquilo realmente foi editado, mas o contador-de-tempo da edição era de meros 24 segundos antes de começarmos a assistir. Todo o equipamento envolvido foi examinado pela perícia. Potentes programas procuraram por erros (glitches) - como o do contador de tempo que, certamente, estava errado - mas tudo que foi checado estava bem. Não sabíamos o que estava acontecendo, na verdade, nesse dia ninguém sabia. Houve uma investigação para saber a natureza das fotos, mas nada foi concluído. Nenhuma criança foi identificada, nenhum acidente (ou homicídio) com as características. Nenhuma prova ou evidência. Nada. Eu não acreditaria em tal fenômeno se eu não estivesse lá.

Suposto vídeo do episódio



sábado, 27 de junho de 2015

Games Macabros #16-Creepypasta Land



Sério galera,esse jogo é FODA.Se você é como eu que adora ler as creepypastas você vai dar uma de Capitão América nesse jogo.
Resultado de imagem para eu entendi a referencia
Esse jogo foi feito por um BR,Lucas Boato.Nesse jogo você se muda para uma cidade macabra aonde todas as creepypastas estão aparecendo,e é basicamente isso que eu sei sobre o jogo,já que ainda estou jogando(irei gravar um vídeo inclusive que pode ou não ter a participação de um parceiro de canal).

Detalhe:O Lucas está desenvolvendo a continuação desse jogo e deve ficar ainda melhor que o primeiro.
Nota Final Desse Jogo (pode ocorrer alterações mais tarde,já que ainda estou jogando):Só por jogar por vinte minutos já tive uns 3 pesadelos.

Façam o download do jogo aqui: http://www.mediafire.com/download/n73q56d944ag6z8/Creepypasta+Land+Full+game.rar

Façam download da demo do segundo jogo aqui  http://gamejolt.com/games/creepypasta-land-2-scp-force-demo/40799

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Criptozoologia #2-Megalodon

Megalodon (também denominado megalodonte ou tubarão-branco-gigante) foi uma espécie de tubarão gigante que provavelmente viveu entre 20 e 1,6 milhões de anos atrás no período Mioceno no Oceano Pacífico.
Os dentes são em muitos aspectos similares aos do tubarão-branco atual (Carcharodon carcharias), mas com um tamanho que pode superar os 17,5 centímetros de comprimento, pelo que se pode considerar a existência de um estreito parentesco entre as espécies. No entanto, alguns investigadores opinam que as similitudes entre os dentes de ambos os animais são producto de um processo de evolução convergente. Por causa de seus grandes dentes que o nomearam Megalodonte que significa “dente enorme”.
O tamanho desta criatura era entre 20 e 35 metros, com um peso que podia chegar as 50 toneladas.
Em 1995, foi feita proposta para mover a espécie para um novo gênero, Carcharocles. Esta questão ainda não está de todo resolvida. Muitos paleontólogos inclinam-se para o nome de Carcharocles, enquanto que outros (sobretudo especialistas em biologia marinha) mantêm a conexão com o tubarão-branco e incluem ambos os animais no gênero Carcharodon. Os defensores de Carcharocles opinam que o ancestral mais provável do megalodonte foi a espécie Otodus obliquus, do Eoceno, enquanto o tubarão-branco descenderia da espécie Isurus hastalis.
Existe a teoria de que os megalodontes adultos se alimentavam de baleias e que se extinguiram quando os mares polares se tornaram demasiado frios para a sobrevivência dos tubarões, permitindo que as baleias pudessem estar a salvo deles durante o verão.
Os avistamentos do Megalodon se deram por volta dos anos 1970, no Havaí. O receio foi tanto que as autoridades locais montaram forças tarefas para caçar o animal. Não descobriram nada de anormal. Entretanto, surfista continuaram a sumir e os únicas pistas que deixavam para trás eram pedaços das pranchas.
O pesquisador Marcelo Rodrigues de Carvalho, da Universidade de São Paulo, fala que a existência do bichano é improvável:
“Um tubarão daquele tamanho realmente precisaria comer bastante para sobreviver. Um tubarão-branco (espécie bem parecida com o megalodon, embora muito menor) pode comer uma vez por semana, uma vez até cada 10 dias, mas quando come, come bastante”, diz o pesquisador

domingo, 24 de maio de 2015

Casos Reais #12-Amityville





O ano é 1965, a família Defeo compra uma bela e grande casa na Avenida Ocean, de número 112. Foram morar na casa, além do Sr. e Sra Defeo, seus 5 filhos, e todos esperavam viver uma vida tranquila. Como em quase toda família, os Defoe enfrentavam problemas familiares, causados pelo filho mais velho, Ronald “Butch” Júnior, que era viciado em drogas e praticava pequenos furtos para sustentar seu vício. Por causa deste comportamento, eram comuns as brigas de Ronald “Butch” Júnior com seu pai, Sr. Ronald Defeo.


Mas a vida da família iria mudar no dia 13 de novembro de 1974, pois o filho problemático Ronald, por um motivo desconhecido, resolveu matar todos os membros de sua família. Com a ajuda de uma carabina, ele foi até o quarto dos pais e os matou, depois foi no quarto de cada um dos seus irmãos e disparou contra eles também. Para finalizar assassinou as outras duas irmãs. 

A polícia logo prendeu  Ronald “Butch” Júnior, que no início dizia que os pais tinham envolvimento com a máfia. À polícia ele disse que “Começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido”. Ele foi julgado e condenado a mais de 100 anos de prisão, e atualmente está na prisão Green Haven em Nova York

Algumas coisas estranhas aconteceram durante os assassinatos, fatos até hoje sem explicação:

- Todos foram mortos enquanto dormiam e por algum motivo estranho ninguém acordou com os disparos. 
- Todos foram colocados de bruços antes de serem atingidos.
- Nenhum vizinho escutou o barulho dos tiros de sua carabina, uma arma barulhenta.
Ronald “Butch” Júnior sendo preso

Um ano depois do massacre da família Defeo, a casa foi vendida, mais precisamente em dezembro de 1975, para a família Lutz, que era composta por George e Kathy Lutz e seus 3 filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5... Mesmo sabendo da história trágica da casa, os Lutz diziam não se importar e mudaram-se para ela, mas antes levaram um padre para abençoar o local. Não funcionou pelo visto, pois a família Lutz ficou somente 28 dias no local. Eles simplesmente fugiram, deixando todas as suas coisas para trás!

Eles relataram que surgiam enxames de moscas do nada, portas e janelas abriam e fechavam abruptamente, mãos invisíveis os arranhavam durante a noite, ouviam barulhos, sons de tiro e até visões de fantasmas, enfim, o local estava mal-assombrado.


Existe muita história dizendo que a família Lutz inventou tudo para ganhar dinheiro e até foi publicado um livro sobre este assunto: “The Amityville Horror Conspiracy”, dos autores Stephen e Roxanne Kaplan.

Loraine Warren até hoje continua afirmando categoricamente que a casa realmente é mal-assombrada e que passou por experiências horríveis ao lado de seu marido durante as investigações.

A alguns anos a casa foi vendida por U$ 950.000.
Fonte:Assombrado

Análise de Filmes #4-Poltergeist (2015)




                                 Atenção:Contém Spoilers do Filme,Leia Por Sua Conta e Risco

Mano,sério,eu fiquei na hype para esse filme.Mas quando eu fui assistir foi um COCÔ!Caralho eu nunca fiquei tão puto com um filme.Você vê o trailer e pensa:"Caralho esse filme vai ser foda,vou me assustar pra caralho",aí você assiste o filme e não é nada disso,apenas duas cenas te dão um susto,a primeira é a do palhaço mas,mesmo assim,todos já viram o trailer então quase ninguém tomou susto;A outra cena é quando o pai foi procurar a filha no quarto dela,aí ele acha a silhueta dela no canto do armário,quando a "menina" se vira a cara dela parece a de um aliem,essa foi a ÚNICA cena que assustou o cinema todo.

Sem contar o fato que é um filme de terror com um monte de piadinhas no meio,por exemplo:Chega lá o cara fodão pra expulsar os espíritos da casa,aí o moleque pergunta pra ele sobre as cicatrizes dele,então ele fala que todas elas foram causadas por espíritos muito violentos,aí o garoto pergunta sobre a cicatriz na testa e o fodão diz que só poderá responder caso os dois sobrevivam,os dois sobrevivem e o fodão diz que isso foi causado por um técnico de som que havia dormido e deu com o microfone na testa dele.Sem contar que o filme acaba com mó música animada,sério eu me senti assistindo Todo Mundo em Pânico.

Ainda não assisti o original para comparar,mais assim que assistir irei atualizar esse post.

Nota Final:UM TOLETE DE MERDA

Lembrando que isso é a minha opinião do filme

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Eu voltei

Galera,seguinte,voltei e dessa vez tive uma ideia: no meio dos contos e etc. colocarei comentários meus talvez engraçados,talvez não.Mas...é isso,comentem aí o que vocês acharam

Games Macabros #15-Five Nights At Freddy's 3



Sim,senhoras e senhores,após muito tempo de espera,irei contar tudo o que aprendi durante minha jogatina de FNAF3
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"Trinta anos depois da Freddy Fazbear Pizza fechar suas portas, os acontecimentos que aconteceram lá tornaram-se nada mais do que um rumor e uma memória de infância, mas os proprietários de "Fazbear Fright-A Atração de Horror" estão decididos a reviver a lenda e tornar a experiência a mais autêntica possível para os clientes, indo ao seu alcance para encontrar tudo o que poderia ter sobrevivido décadas de abandono e ruína.


No início havia apenas cascos vazios, uma mão, um gancho, um boneco de pratos de papel, mas, em seguida, uma descoberta notável foi feita...

A atração agora tem um animatronico."-Página do jogo na Steam Greenlight

Como puderam ler nessa sinopse do jogo,ele se passa 30 anos após os acontecimentos do 1º jogo.
                        Pelo o que pude observar no jogo,pude observar algumas coisas: 
1-A atração só tem 1 animatronico
2-Os animatronicos antigos reaparecem como fantasmas (entrarei em detalhes mais tarde)
3-Temos mais mini-games,e eles afetam a história em certa maneira
4-Mais uma vez NÃO TEMOS PORTAS
5-Podemos afastar o animatronico usando o áudio do bostão Baloon Boy e podemos selar ele na ventilação
6-Os dispositivos do estabelecimento sofrem erros regularmente e precisamos dar um reboot neles.

Como falei anteriormente os animatronicos antigos reaparecem como fantasmas (o que não faz muito sentido,já que eles são robôs),mas o que isso significa?Isso significa que eles não te matam,já que não são reais,mais,se eles aparecerem você leva um jumpscare e algum sistema falha.Vejamos aqui os jumpscares:
Springtrap-Único animatronico que te mata no jogo,vem até você ou pelos corredores ou pela ventilação;
 -Phantom Balloon Bixa Boy-POR QUE ESSA VADIA AINDA ESTÁ AQUI????Danifica seu sistema de ventilação
-Phantom Chica-Aparece totalmente queimada (assim como os outros) e de novo sempre de boca aberta     ( ͡° ͜ʖ ͡°).Danifica sua ventilação
-Phantom Freddy-Claro que ele não poderia deixar de aparecer no jogo que leva seu nome né?Ele aparece dançando conga pela janela do escritório.Danifica seu sistema de ventilação
-Phantom Foxy-Aparece aleatoriamente ao lado da caixa de peças,tem a mesma aparência do Foxy antigo do FNaF 2,só que queimado e com um braço faltando.Danifica sua ventilação
File:Phantom Mangle in the Office.png Phantom Mangle-Mangle não te dá um jumpscare,apenas fica parada ali te observando e danifica seu sistema de áudio
-Phanton Puppet-Assim como a Mangle,o Ph.Puppet não tem um jumpscare,mas ele não te deixa usar nem as câmeras e nem o aparelho para rebootar os sistemas,e não importa para que lado que você olhe ele vai te seguir como em uma das visões do FNaF 2

A cada noite que sobrevivemos recebemos minigames para contar um pouco da história e também nos dá algumas dicas para chegarmos ao final do jogo.Neles controlamos Freddy na noite 1,Bonnie na noite 2,Chica na noite 3 e Foxy na noite quatro;nos quais em todas as noites são desmontados pelo Purple Guy na pizzaria do FNaF 1,porém há uma sala extra aonde os animatrônicos não conseguem entrar.Porém na quinta noite controlamos uma das crianças mortas e ela consegue entrar nessa sala e o que vemos é isto:
Como vocês puderam acompanhar pelo vídeo,vemos que o Purple Guy estava sendo assombrado pelas almas das 5 crianças,e,para se proteger delas ele se escondeu dentro da roupa do Springtrap,só que algo acabou dando errado e ele morreu.E,como vocês puderam observar no final do vídeo apareceu essa imagem:
  
Aí você para e pensa:"Como assim final ruim?".Bom,para conseguir o bom final você tem que fazer uma série de minigames que vocês verão por esse vídeo do youtuber Markplier












Bom,como se pode especular a franquia Five Nights at Freddy's acabou e deixará saudades (ou não) embora tenha sido uma jornada de menos de um ano,então fiquem ligados que depois postarei a última teoria de FNAF.



1 Mês depois:
PUTA QUE PARIIIIIIIIIIIIUUUUUUU